A mediocridade dos argumentos utilizados nos e-mails encaminhados por um grupo considerável de pessoas atacando a candidata a presidência Dilma Roussef mostra bem as GIGANTESCAS diferenças entre estes dois projetos de Brasil. De um lado temos um projeto calcado na intolerância e homofobia, modelo de desrespeito as diferentes visões sobre uma dada realidade. Vemos ao longo desta campanha difamatória promovida pelos partidários de JOSÉ SERRA o ressurgimento de diversos preconceitos que estamos cansados de combater ao longo das nossas vidas. O que mais me espanta é a adesão de diversos grupos religiosos a este discurso de DESRESPEITO AO PRÓXIMO E DEMONIZAÇÃO DAS DIFERENÇAS! Sinceramente estou cansado de receber e-mails como estes! Não sou petista ou estou plemanente satisfeito com as propostas de governo apresentadas pela candidata do PT, porém, acredito que devamos combater este modelo CRIMINOSO de gestão encabeçado pelo SERRA E SEUS CORRELIGIONÁRIOS. Um dos maiores antropólogos deste País, Luiz Mott, costuma terminar seus textos sobre inquisição com a seguinte frase: "INQUISIÇÃO NUNCA MAIS!" Faço minhas as palavras deste autor e peço licença para modificar um pouco sua frase e dizer: INTOLERÂNCIA NUNCA MAIS!
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sábado, 16 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Tendemos hoje a viver em isolamento constante e desumano. Construímos muros, barreiras e labirintos com o simples objetivo de separar o “eu” do “outro” visando uma ilusória proteção. O mundo externo tornou-se perigoso demais, as pessoas são irremediavelmente cruéis e as violências urbanas se espraiam em todas as relações sociais. O medo de ser ferido, morto ou magoado faz com que busquemos relações fluídas, vazias de significado ou importância em prol de uma suposta integridade física ou emocional. Consequência direta dessas escolhas, o homem transformou-se no animal mais solitário do mundo. Todas as inseguranças que levaram ao seu exilamento em si são formadoras de maiores tensões, medos e angústias. A busca por maior proteção trouxe apenas maiores danos e temores. Acredito que devemos nos rebelar contra este modelo artificial de vida. Devemos correr mais riscos, pensar menos e agir mais. O presente é abandonado em prol de um suposto futuro que nunca chega. Os contatos interpessoais, como disse meu grande colega Alan Passos, são cada vez mais online. A carne e os ossos são substituídos por “HD'S”, Monitores e teclados. O sexo passou a ser virtual, estamos sempre conectados! O homem é hoje facilmente trocado por fios, cabos, eletricidade e banda larga. Eis aí o seu homem artificial na solidão de uma sala ou quarto ligado aos seus amigos pelo msn.